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Blog da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa do Centro Regional de Braga

terça-feira, outubro 28, 2008

Aladdin Jr.

ALADDIN JR.

Musical da Disney no Theatro Circo

2 NOVEMBRO > 16h30 E 18h30 > 12, 15 e 18€

LOTAÇÃO ESGOTADA JUSTIFICA

NOVA APRESENTAÇÃO

Esgotada que está a primeira sessão (16h30), a Direcção do Theatro Circo agendou para as 18h30 de 2 de Novembro uma nova apresentação de “Aladdin Jr. - O Musical da Disney”, espectáculo para o público infantil levado à cena pela Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Tendo por cenário Agrabah, cidade do encantamento, onde cada mendigo tem uma história e cada camelo um conto, “Aladdin Jr.” começa quando, às portas do palácio, está prestes a acontecer uma parada de príncipes que vai dar a conhecer o futuro marido da princesa Jasmine.

Enquanto a população aguarda com ansiedade, contrariada com o destino que esta cerimónia secular lhe reserva, Jasmine refugia-se no mercado árabe e conhece Aladdin, herói da lenda que colocou a lâmpada mágica, o génio e os três desejos no imaginário dos mais pequenos.

Adaptado a partir do filme de animação homónimo, “Aladdin Jr.”, versão musical preparada por elementos da Disney, mantém o enredo original e os temas musicais que se popularizaram por todo o mundo, designadamente “Um Mundo Ideal”, “Príncipe Ali”, e “Amigo Assim”.

Com um elenco de mais de três dezenas de actores profissionais e jovens talentos do novo teatro musical, “Aladdin Jr.” propõe, desta forma, um espectáculo caracterizado pela cor, ritmo, efeitos visuais e fantasia que distinguem as histórias da Disney.

Os ingressos, a 12, 15 e 18 euros, estão disponíveis na bilheteira do Theatro Circo.

Mais informação:

Luciana Queirós da Silva (luciana.silva@theatrocirco.com) ou em www.omusicalaladdinjr.com.sapo.pt, www.cortinadeveludo.com, www.theatrocirco.com e no “call center” 253 203 800.

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Burla 2008

THEATRO CIRCO

apresenta

BURLA 2008

FESTIVAL DO BURLESCO

CIRCUS CONTRAPTION

8 NOVEMBRO> 21H30> 12€

THE ATOMIC BOMBSHELLS

14 NOVEMBRO> 21H30> 10€

A trupe “Circus Contraption” e as sensuais “The Atomic Bombshells” são as protagonistas da segunda edição do “Burla - Festival do Burlesco” que o Theatro Circo promove em Novembro.

Após o sucesso alcançado com o “Burla 2007”, o “Festival do Burlesco” regressa à sala principal a 8 de Novembro (21h30) com a apresentação do espectáculo “The Show to End All Shows” (“Espectáculo Para Acabar com Todos os Espectáculos”), pela “Circus Contraption”, companhia circense que aos mais tradicionais números de circo alia os estilos “vaudeville” e “dark cabaret”.

Em palco, a acção desenvolve-se em torno de uma família circense que, com todo o seu glamour, brilho e excentricidade típicos das décadas de 70 e 80, tenta ignorar a eminente decadência e destruição que começa a ameaçar o espectáculo, à medida que tudo começa a correr mal sob a tenda de lona.

Neste contexto, enriquecido pela música ao vivo da “Circus Contraption Band” e pelos esforços do entusiasta apresentador, a trupe natural de Seattle recria as mais tradicionais performances circenses – focas amestradas e suas bolas saltitantes, sereias voadoras, cães cor-de-rosa, entre outras – numa perspectiva que colocou este colectivo, ao longo de dez anos, na linha da frente do circo moderno.

Da “Circus Contraption”, resultado de uma surreal colisão entre circo, variedades, artes visuais, criação de máscaras, cabaret, música ao vivo, dança e inspiração vaudevilliana, fazem parte, entre outros, personagens tão exuberantes como Dexter Mantooth (baixista e artesão de peles), Acrophelia (acrobata), Pinky d’Ambrosia (vocalista, trompetista, bailarina e diva de ópera), Armitage Shanks (co-fundador, malabarista de fogo, vocalista, apresentador), Ernesto Cellini (equilibrista), Chamaleo (multi-instrumentista), Nova Jo Yaco (malabarista, bailarina, equilibrista), Darty Kangoo (acrobata) ou Pavel Merzo (palhaço).

Após a estreia em 1998, no Seattle Fringe Theatre Festival, a trupe, que é também responsável pelo lançamento de quatro trabalhos discográficos – “Our Latest Dialogue” (2001), “Gallimaufry” (2002), “Grand American Traveling Dime Museum” (2005) e “The Half-Wit’s Descent (2008) –, rapidamente estendeu as suas apresentações a salas de espectáculos dos Estados Unidos da América, enchendo plateias com as performances ““Bracing Curative”, “Eat Circus”, “The Beer, Bread & Cheese Cabaret”, “A Raree Show” e “Gallimaufry: Na Evening of Jiggery-Pokery”.

“THE ATOMIC BOMBSHELLS” CELEBRAM EXUBERÂNCIA FEMININA

“Nightfall in New Orleans” é a recém estreada performance que as sensuais “The Atomic Bombshells” trazem ao Theatro Circo a 14 de Novembro (21h30).

Oriundas dos quentes pântanos de Nova Orleães, cidade que homenageiam com “Nightfall in New Orleans”, as exuberantes bailarinas, que se distinguem no mundo do burlesco pela exibição descomplexada das formas femininas com estilo e bom humor, colocam em cena aquele que afirmam já como «o mais extravagante e intoxicante espectáculo das “Bombshells”».

Acompanhadas, na circunstância, pelo mestre-de-cerimónias Jasper McCann, as ousadas Kitten La Rue, Fanny N’Flames, Lily Vanderloo, Miss Índigo Blue, Honey D. Luxe e Ivy St. Spectre trazem ao palco do Theatro Circo números como “Funeral Jazz”, “A Rainha do Mardi Gras” (carnaval típico de Nova Orleães) e uma inédita homenagem às lendas do burlesco de Bourbon Street, designadamente Blaze Starr, Wild Cherry e Evangeline, The Oyster Girl.

Com as participações especiais da cantora Coco Bellissimo e de Waxie Moon, as “Bombshells” recorrem ainda, neste espectáculo, a uma banda sonora ritmada, imparável e jazzística para demonstrar «o que significa sentir saudades de Nova Orleães».

Presença assídua em publicações como “GQ”, “Bust”, “Tease” ou “MTV.com”, as “The Atomic Bombshells” estrearam-se no “The Showbox”, em Seattle, ao lado da super estrela do burlesco Dita Von Teese, acontecimento que deu origem a um percurso ascendente com plateias esgotadas nas mais conceituadas salas de espectáculo e a participação em eventos como Tease-O-Rama, Festival de Burlesco de Nova Iorque e “Miss Exotic World”.

Em Seattle, “The Atomic Bombshells” foram a primeira trupe a levar o burlesco ao histórico Triple Door Theater bem como à mais antiga casa de espectáculos de estilo “vaudeville”, Columbia City Theater.

Recentemente, as “Bombshells” atravessaram o oceano com o seu “gospel de porpurinas” e actuaram para salas lotadas em Amesterdão, Berlim e Xangai.

Ingressos, a 12 euros para “Circus Contraption” e 10 euros para “The Atomic Bombshells”, disponíveis nas bilheteiras do Theatro Circo.

Mais informação:

Luciana Queirós da Silva (luciana.silva@theatrocirco.com) ou em www.theatrocirco.com, www.circuscontraption.com, www.myspace.com/theatomicbombshells, www.theatrocirco.com e no “call center” 253 203 800.

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Os Lusíadas

COMPANHIA DE TEATRO DE BRAGA

apresenta

“OS LUSÍADAS”

ENCENAÇÃO DE ALEXEJ SCHIPENKO

REGRESSA AO PEQUENO AUDITÓRIO

21 a 30 Outubro > Theatro Circo

A Companhia de Teatro de Braga coloca em cena, a partir de desta terça-feira (21), “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, com encenação e dramaturgia de Alexej Schipenko.

Consubstanciada numa «longa, estranha e assombrosa Viagem no Tempo, vivida por um punhado de Lusos, projectados num Futuro e tornados heróis pela Ideia e pela Pena de Luís de Camões», a adaptação teatral da obra mais emblemática da literatura portuguesa – que estará em reposição de 21 a 23 (11h00, 15h00 e 21h30), 25 (21h30), 26 (16h00) e de 28 a 30 (11h00, 15h00 e 21h30) deste mês – propõe a transformação do texto numa forma visual protagonizada pelos indispensáveis Luís, Vasco, Adamastor, Mouros, pelo Rei de Melinde e pelas Ninfas, entre muitos outros.

«A principal situação inscrita no poema é uma viagem, um trajecto, um estado de trânsito», expõe o encenador russo que, ao mesmo tempo, revela que «o importante não é aquilo que acontece mas como acontece».

Protagonizado por Carlos Feio, Rui Madeira, Rogério Boane, Jaime Soares, Solange Sá, Teresa Chaves e Puppa Formusura, actores responsáveis pela interpretação de um pequeno, mas aguerrido, grupo de portugueses que, a bordo da Nave Especial, prossegue com a saga de querer “dar novos mundos ao mundo”.

Partindo do trabalho desenvolvido com o “Auto da Barca do Inferno”, a Companhia de Teatro de Braga regressa com “Os Lusíadas” transmutados na sua forma pelo olhar de Schipenko, numa incursão exploratória pelo universo da Língua e da Literatura Portuguesas.

Considerado um dos mais radicais autores russos, Schipenko iniciou em 2005 um processo de colaboração com a Companhia de Teatro de Braga, que resultou na criação e encenação das peças “A Vida Como Exemplo” e “Praça de Touros” (2006).

Destinado a um público maior de 16 anos, os ingressos, a 10 euros para o público em geral e a 5 euros para estudantes e pessoas com mais de 65 anos, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo. As sessões das 11h00 e 15h00 destinam-se a escolas, mediante marcação prévia.

Mais informação: www.ctb.pt; www.teatrocirco.blogspot.com; www.theatrocirco.com; luciana.silva@theatrocirco.com e através do “call center” 253 203 800.

Câmara Municipal de Braga, 21 de Outubro de 2008

P’ O Gabinete de Comunicação,

(João Paulo Mesquita)

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VALTER HUGO MÃE COORDENA COMUNIDADE DE LEITORES SOBRE NOVA LITERATURA PORTUGUESA

“A Baía dos Tigres”, de Pedro Rosa Mendes, é a obra que abre, a 11 de Novembro (21h30), no Theatro Circo, uma comunidade de leitores dedicada à “Nova Literatura Portuguesa em Oito Livros”, orientada por valter hugo mãe.

«Para entendermos o que está em causa, esta comunidade arranca a partir da temática dos novos, propondo um itinerário por oito livros que servirão de pretexto para se falar de muitos mais», explica Paulo Brandão, Director-Artístico do Theatro Circo, contextualizando, desta forma, a primeira iniciativa exclusivamente dedicada à literatura desenvolvida pela casa de espectáculos bracarense.

Com periodicidade quinzenal, “A Nova Literatura Portuguesa em Oito Livros” acontece ainda a 25 de Novembro e 9 de Dezembro, datas em que é proposta a análise respectiva das obras “Nenhum Olhar”, de José Luís Peixoto, e “Anos 90 e Agora, Uma Antologia da Nova Poesia Portuguesa”, com organização e selecção de Jorge Reis-Sá.

Para 2009, a comunidade de leitores, que tem como cenário o salão nobre do Theatro Circo, seleccionou ainda a abordagem das obras “Amar Não Acaba”, de Frederico Lourenço (6 de Janeiro), “Jerusalém”, de Gonçalo M. Tavares (20 de Janeiro), “o remorso de baltazar serapião”, de valter hugo mãe (3 de Fevereiro), “Aonde O Vento Me Levar”, de Manuel Jorge Marmelo (17 de Fevereiro), e “A Ressurreição da Água”, de Maria Antonieta Preto (3 de Março).

Motivada pelo crescente reconhecimento da nova literatura portuguesa, consequência de um maior nível de qualidade e da popularização de autores que começam a atingir a internacionalização, “A Nova Literatura em Oito Livros” destina-se a um público com idade superior a 16 anos e de formação académica variada.

Visando incentivar a participação dos leitores, a iniciativa vai desenvolver-se num ambiente informal proporcionado pela orientação de valter hugo mãe, jovem autor distinguido em 2007 com o Prémio José Saramago para o romance “o remorso de baltazar serapião”.

Com várias obras traduzidas e editadas em países como Espanha, Brasil, República Checa, Tunísia, Israel, Alemanha, Suiça, Eslovénia, Estónia e Estados Unidos da América, valter hugo mãe é autor de uma vasta bibliografia constituída pelos romances “o nosso reino” (2004) e “o apocalipse dos trabalhadores” (2008), e por diversos livros de poesia, designadamente “pornografia erudita” (2007), “livro de maldições” (2006), “o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas” (2003), “útero” (2003), “a cobrição das filhas” (2001) e “três minutos antes de a maré encher” (2000).

Distinguida com o Prémio Pen Club 2000, “A Baía dos Tigres”, obra de estreia do jornalista português Pedro Rosa Mendes, propõe aos participantes da primeira sessão desta comunidade de leitores uma “viagem” pelo continente africano, usando como veículo uma narração construída entre a realidade e a ficção.

«Misturam-se personagens reais com histórias fictícias, e histórias reais contadas com personagens que viveram em épocas diferentes», explica Pedro Rosa Mendes, que define o seu livro de introdução no panorama literário como «um estranho onde existem histórias inventadas com suporte real e casos reais ficcionados».

Com um acolhimento notável entre o público e a crítica nacionais, “A Baía dos Tigres” passou fronteiras e foi já editado no Brasil, Espanha e Itália.

Os ingressos, a 10 euros por sessão ou 40 euros para a totalidade das sessões da comunidade de leitores, encontram-se disponíveis na bilheteira do Theatro Circo.

Mais informações:

Luciana Queirós da Silva (luciana.silva@theatrocirco.com) ou em www.valterhugomae.com, www.casadeosso.blogspot.com, www.theatrocirco.com, e no “call center” 253 203 800.

Theatro Circo/Município de Braga, 17 de Outubro de 2008

P’ O Gabinete de Comunicação,

(João Paulo Mesquita)

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